Que o Novo Ano 2010 seja muito próspero e vos traga muitas concretizações da lista de sonhos e desejos que todos nós fazemos...ou tentamos imaginar como se faz.
Doze passas, uma taça de champanhe e... Vamos acreditar!
Apetece-me escrever sobre o que me vai na alma, no coração e talvez – porque não? – na razão. Tenho o hábito de ser fiel a mim mesma, de seguir os meus passos aonde me quero encontrar e, por isso, não me digam como o devo fazer. Deixem-me, simplesmente, fazê-lo sem me inquietarem os sonhos, as memórias, os desejos… No coração tenho recados de mim que nem sempre me apetece falar deles – sabe-se lá porquê – mas hoje quero conversar contigo sobre os meus recados de coração. Quero dizer-te que tenho papelinhos escritos em tinta permanente, daquela que jamais se deixa apagar, colados do lado direito e no lado esquerdo tenho os sonhos, os desejos loucos de ser quem sou, onde sempre me finjo ou fujo para não incomodar os acomodados ou limitados. Preciso de ir à sala buscar uma dose de licor de merda e meia dúzia de chocolates só para saberes como me trato quando me escancaro assim. Volto já… Talvez depois das Boas Festas, onde as festas boas são de enganos engenhosamente coloridos. Até já… Manuela Fonseca
O presente... nem sempre é possível "aquele" presente. Que te posso ensinar sobre o Natal?... O Natal é um estado de espiríto, não uma data. O Natal é em Dezembro e Dezembro é diferente, por isso. O Natal são os amigos que nos aquecem. O Natal também é a família que "não" escolhemos, mas que é a que temos... O Natal perturba porque já sofremos neste tempo natalício. O Natal alegra porque somos felizes e sempre o fomos. E, por vezes, o Natal passa por ser mais um dia em branco nas velhas bolas enroladas em fitas douradas.
E, por fim, lá engordamos mais um kilinho se cedemos à tentação das coisas doces que não encontramos nos corações, mas que nos espreitam em cima das mesas...
As coisas mudaram o hábito de estarem ali as gavetas ficaram vazias e o espaço aumentou
O Natal chega de mansinho repleto de fitas e bolas coloridas de velas douradas acesas nos corações de quem ama e de quem pode partilhar
Na mesa, a alegria dos doces as filhós...o arroz doce... e os sorrisos de felicidade daqueles que sabem conjugar a vida com a sabedoria da palavra família
A árvore de Natal está no lugar do costume com as luzes da cor da Paz, do Amor, da Serenidade...
É a minha casa o meu aconchego o meu canto o meu mundo o meu lar!
O Natal enche-lhe as gavetas de sentimentos e os espaços deixam de estar vazios cada canto é uma memória cada memória uma parcela da minha vida
A minha casa é o amor a gritar mais alto o Natal é a recordação a alegria! a saudade!
E a felicidade de te desejar:
FELIZ NATAL!
Com muito amor e carinho de uma amiga, eternamente, apaixonada pela vida...
Participação no livro de poesia do poeta Emanuel Lomelino, juntamente com 16 autores: "Licença Poética"[duetos lomelinos] sob a chancela da Editora Lua de Marfim - 2011
O meu blog nasceu a 14 de Junho de 2007
O MEU 1º ROMANCE - CAPA
O ÚLTIMO BEIJO - Romance - 2010
O Último Beijo (Romance) - A narrativa, quanto a mim muito bem conseguida, é-nos apresentada cheia de imagens e muito envolvente. De leitura acessível tem uma forma estranhamente familiar que nos agarra desde o primeiro momento. Creio que a Manuela Fonseca soube encontrar o ponto certo, ou a linha condutora, que produzisse, da melhor maneira, estes efeitos. Paulo Afonso Ramos.
O MEU LIVRO DE POESIA - CAPA
"POESIA SEM REMETENTE" - 2010
POESIA SEM REMETENTE
...Cabe-me apresentar obra e autora, nesta sessão de lançamento do livro "Poesia sem remetente", de Manuela Fonseca.
Primeiro vou falar-vos da mulher, esse ser humano amigo, donde brotam sorrisos, dos mais lindos e sinceros, donde surgem gestos de carinho, no seu consecutivo movimentar, por entre aqueles que considera e gosta.
É, por demais, insignificante qualquer expressão que possa adicionar às que se vão dispondo ao longo dos tempos, do seu conhecimento. Tudo se torna insuficiente para definir os valores que emergem deste ser humano.
Quanto à autora, propriamente dita, essa assume o relevante estatuto de poder fazer brotar no papel, as suas majestosas e sentidas palavras, pela singela forma de como observa tudo o que a rodeia e pelas enormes qualidades que lhe são intrínsecas. E isso fá-lo tanto no registo em prosa, como na forma de poesia.
A sua escrita discerne-se pelos maravilhosos conteúdos, a que o leitor não é insensível.
Manuela Fonseca é um grande exemplo de humanismo.
Hoje é um privilégio estar aqui, junto dela e desta sua magnífica obra, que penso vos tocará em todos os vossos sentidos, assim que com ela puderem interagir e com o seu valioso conteúdo.
"Poesia sem remetente" é uma global introspecção aos meandros memoriais e do sentir da mulher, levados à escrita pelo regaço da autora de uma forma carinhosa, intensa e viva.
Manuela Fonseca seduz-nos na constante leitura que fazemos, daquilo que escreve...
António MR Martins
Sessão de apresentação do meu "O Último Beijo" no Irish Pub Hennessy's - Cais do Sodré
Biblioteca Municipal do Palácio da Qta.da Piedade - "O Último Beijo" em 16/10/2010
Sobrevivente ao Romantismo
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Manuela Fonseca
Autora e gestora do blog
A terra onde nasci...
MOSCAVIDE
UM LIVRO DE POESIA - CAPA
"No Limiar das Palavras" - 2007
Prefácio
Foi sonhado nas brumas do tempo, feito pedaço a pedaço em teias de melancolia, de sensibilidade, em mistura fina e pura de palavras que o tempo guardou e de olhos fechados a alma escreveu.
E, em trocadilhos, metáforas e doce poesia, Manuela Fonseca oferece-vos um manancial de emoções. Procure e encontre o seu reflexo no espelho da sua vivência, sublimando assim o sentido contido em “No Limiar das Palavras”.