segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
FELIZ NATAL A TODOS OS AMIGOS!
FELIZ NATAL
As coisas
mudaram o hábito
de estarem ali
as gavetas
ficaram vazias
e o espaço aumentou
O Natal chega de mansinho
repleto de fitas e bolas coloridas
de velas douradas
acesas nos corações
de quem ama
e de quem pode partilhar
Na mesa, a alegria dos doces
as filhós...o arroz doce...
e os sorrisos de felicidade
daqueles que sabem conjugar a vida
com a sabedoria da palavra família
A árvore de Natal
está no lugar do costume
com as luzes da cor
da Paz, do Amor, da Serenidade...
É a minha casa
o meu aconchego
o meu canto
o meu mundo
o meu lar!
O Natal enche-lhe
as gavetas de sentimentos
e os espaços deixam de estar vazios
cada canto é uma memória
cada memória
uma parcela da minha vida
A minha casa é o amor
a gritar mais alto
o Natal é a recordação
a alegria!
a saudade!
E a felicidade de te desejar:
FELIZ NATAL!
Com muito amor e carinho
de uma amiga, eternamente, apaixonada pela vida...
Manuela Fonseca
As coisas
mudaram o hábito
de estarem ali
as gavetas
ficaram vazias
e o espaço aumentou
O Natal chega de mansinho
repleto de fitas e bolas coloridas
de velas douradas
acesas nos corações
de quem ama
e de quem pode partilhar
Na mesa, a alegria dos doces
as filhós...o arroz doce...
e os sorrisos de felicidade
daqueles que sabem conjugar a vida
com a sabedoria da palavra família
A árvore de Natal
está no lugar do costume
com as luzes da cor
da Paz, do Amor, da Serenidade...
É a minha casa
o meu aconchego
o meu canto
o meu mundo
o meu lar!
O Natal enche-lhe
as gavetas de sentimentos
e os espaços deixam de estar vazios
cada canto é uma memória
cada memória
uma parcela da minha vida
A minha casa é o amor
a gritar mais alto
o Natal é a recordação
a alegria!
a saudade!
E a felicidade de te desejar:
FELIZ NATAL!
Com muito amor e carinho
de uma amiga, eternamente, apaixonada pela vida...
Manuela Fonseca
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
No crepúsculo dos teus ombros

No crepúsculo dos teus ombros
Ajoelhei a minha tristeza
E apedrejei a minha mágoa
Rasgando todos os silêncios
De secretas ombreiras
Onde me estatelaste
Na fúria podre e embriagada
Da possante inferioridade
Onde a alma tua desmaiava…
No crepúsculo dos teus ombros
Enalteci as minhas vontades
E arrecadei as pedras das minhas mágoas
E com elas reconstruí
Aquele a que eu chamo o Eu de Mim
E as ombreiras descobertas
Em noitadas ébrias de passados
Romperam a fútil inferioridade
De anos arrecadados…
Manuela Fonseca
domingo, 15 de novembro de 2009
Aquela rosa branca

Foi naquela rosa branca
Que me perdi em mim
Num dia em que a chuva
Me negou aquele abraço
Podia ser de tristeza
Sem a vontade esperada
Mas seria o olhar abraçado
Aquela rosa branca
Que nunca me chegou ao coração
Por ausência
Propositada
A rosa branca desejada
Que eu sentia entrelaçada
No abraço que não aconteceu
Ainda espero a rosa
Porque o abraço
Esse anoiteceu...
Manuela Fonseca
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
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